Confira abaixo maiores informações sobre rafting!
 
Rafting

A Usina Caconde foi construída entre 1958 e 1966 e causou um profundo impacto ambiental. Três mil e quinhentos metros do rio Pardo foram desviados por um túnel cavado em uma única rocha, desde as turbinas que trabalham a metros de profundidade abaixo da barragem até o fuga, na confluência do rio Bom Jesus com o rio Pardo, onde as águas voltam ao seu leito normalmente.

Apesar de gerar 80.400 MW, a usina não tem a produção como função principal. Ela funciona como controladora dos níveis de outras duas existentes rio abaixo a de Euclides da Cunha e Limoeiro.

Se por um lado o meio ambiente perdeu irreparavelmente com a implantação desse complexo hidrelétrico, por outro lado o rio Pardo teve garantida a sua perenidade durante o ano todo com fluxo suficiente de água para proporcionar um dos melhores rafting do Estado de São Paulo.


Nos remansos a guerra rola solta

Durante 365 dias por ano o rafting rola solto nos 7 km do rio Pardo abaixo do fuga, são corredeiras que variam entre os níveis 2 e 5 proporcionando emoções na dose certa para cada tipo de praticante.


Dentre as atividades realizadas durante o rafting, a descida nadando(agem),
da corredeira do gole é imperdível.


"Surfe", um dos diferenciais desse rafting - Foto Surfe na corredeira do "Tem - Mais"


Salto no Final do "Corredor Polonês", sensação de estar dentro de uma máquina de lavar.

A quinta corredeira, nível 5, tem uma entrada muito técnica em S com ondas irregulares que tendem a jogar o bote atrás de grandes pedras a esquerda. A manobra exige muito equilíbrio físico, atenção aos comandos do guia e determinação nas remadas, o desnível é grande.

Na batida, o bote mergulha no refluxo e inunda completamente, enquanto é necessário fazer o realinhamento para entrar numa queda ainda maior. “Esta é a melhor corredeira onde se opera rafting no Estado de São Paulo” opina, Rodolfo Simeone da RS-Turismo (Jundiaí-SP).


Surfe de corpo, emoção com risco reduzido.


Entrada do "Corredor Polonês" ondas grande e irregulares determinam o grau de dificuldade.


Vencida ileso a primeira etapa, a ultima queda é a maior e exige destreza
da tripulação, qualquer descuido e a queda é inevitável.


Remando forte, à frente vence-se o refluxo...


Aí, a satisfação é indescritível.

Os iniciantes não se assustem, “ O corredor Polonês”, como é chamada essa corredeira, é opcional, só descendo quem tem experiência e anuência de seu guia. Os demais fazem um portagem retornando ao bote no final da corredeira.

 
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