Confira abaixo maiores informações sobre bóia-cross!
 
Bóia-Cross

Esporte que teve seu berço no Brasil, resume em descer rio e riachos em, “câmaras de ar de pneus”. Em Caconde ele acontece no rio Pardo no mesmo trecho do rafting.

Após equipar-se com colete, capacete e perneira o praticante pega sua bóia (mini botes) recebe as instruções e cai na água. Nos remansos o esforço é grande, o deslocamento da bóia se da pela remada dos braços, nas corredeiras é agarrar-se nas alças e curtir o balanço das ondas. Opa! E se virar? É segurar na bóia e subir o mais rápido possível, começando tudo de novo.


A condução é feita por guias experientes, que treinam
constantemente para garantir sua segurança.


O rio Pardo alterna corredeiras, com remansos nos lugares de água parada,
a adrenalina abaixo, e as brincadeiras entram em cena.


As corredeiras variam dos níveis 1 a 3, mesmo nos mais leves.
Foto: "Corredeira do Gole", onde as ondas dão intensidade da aventura.


Com o rio bem cheio forma-se as "quedinhas". No hora "H", o frio na barriga.

A condução desse passeio é feita pelos guias que vão de caiaques ou bóias em numero de 1 para cada 5 praticantes, o suficiente para garantir a aventura com bom nível de segurança.


No final do trajeto aparece o "Corredor Polonês" (opcional).
Corredeira Nível V; logo na entrada é só água branca e logo começa a apanhar.


No final do "corredor" a onda é grande.


E nessa hora...


... a virada é inevitável!

“Pensei que o rafting fosse o ápice, mas essa bóia é ainda mais nervoso” garante Carlão pára-quedista de São João da Boa Vista. “O fato de ir sozinho e mais próximo das ondas e pedras torna esse esporte ainda mais emocionante”. Reforça o aventureiro.

 
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